Como era ir ao dentista na Era Vitoriana?
No século 19, cuidar dos dentes era caro, raro e, muitas vezes, aterrorizante. Prepare-se para agradecer pela odontologia de hoje.
Assistir no YouTubeEsta edição em vídeo, com narraçãoEscova de pelo de porco e muito açúcar
A limpeza se resumia a bochecho com água, esfregar um tecido nos dentes e mastigar ervas pelo hálito. O "pó de dente" era caro, e o açúcar barato da industrialização trazia cáries já na infância.
Quem arrancava seu dente cortava seu cabelo
Muitas extrações eram feitas pelos cirurgiões-barbeiros, com um alicate, sem anestesia e sem nada esterilizado. Depois, um pano com álcool e morder até estancar. Não deu para pagar? Alguém fazia em casa.
Um "presente" de casamento nada convencional
Algumas noivas tinham todos os dentes arrancados e trocados por dentaduras, para poupar o marido de custos futuros — mesmo com um sorriso saudável. As próteses eram de marfim, osso, porcelana e até dentes humanos.
O recado: Foi no século 19 que nasceram as primeiras escolas de odontologia, a amálgama e a primeira broca mecanizada. Hoje, ir ao dentista é outra história — com conforto, técnica e um sorriso preservado.
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